sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O Carro de R$ 12 mil

Como disse nas últimas postagens, entrei em mais um negócio, dessa vez me descapitalizei e enfiei meu carro no rolo da loja, tudo pra não fazer dívidas. Meu carro era um sedã de 6 anos de idade e R$ 30 mil. Fiquei a pé (nem tanto porque tenho a moto) pela primeira vez em 15 anos e isso não foi exatamente agradável...

Uma das minhas vontades é um dia não precisar ter carro. Sou daqueles caras que gosta de carros, tem conhecimento até que avançado pelo assunto, enfim, carro é um negócio que atrai minha atenção. Adoro dirigir carros diferentes e é óbvio que adoro um motor grande com potência de sobra. Porém, mesmo assim, o fato de carros serem um passivo incômodo e uma fonte de problemas vai contra meu estilo de vida minimalista. O cenário ideal pra mim seria poder não precisar ter carro mas ter acesso fácil e barato a carros alugados quando fossem necessário. Sou daqueles que acredita que você deve alugar tudo o que for possível alugar ao invés de comprar. Infelizmente não moro em Barcelona nem em Londres, portanto carro é um mal necessário. ((Observação: uma das coisas que me incomoda no estilo de vida americano é a dependência de carros, mas ao menos eles estão preparados pra isso e ter um carro não significa ter um filho em termos financeiros como acontece no Brasil.))

Pois bem, passei as últimas semanas andando de moto e de metrô. Me recuso a usar ônibus em São Paulo tamanha a ineficiência, como os deslocamentos secundários que faço são relativamente curtos prefiro andar a pé. O metrô de São Paulo, por outro lado, é um dos melhores que já tive oportunidade de usar, uma pena que é minúsculo em quantidade de linhas e estações. Andar de moto já foi mais divertido, quando moleque eu nem ligava pra frio e chuva, coisas que hoje me incomodam bastante. Então decidi que teria que comprar um carro novamente o quanto antes.

Aí surgiram as opções, por estar com praticamente toda minha grana investida nos negócios o fantasma do financiamento começou a rondar minha cabeça. Embora goste de carros, não tenho muitas exigências em relação ao que comprar, quero sempre ter um carro confortável com itens como ar condicionado, direção hidráulica e câmbio automático. Não abro mão de segurança, portanto ABS e air bags também entram na minha lista. O teto de 30 pau seria mais que o suficiente pra achar um bom carro com esses itens então pensei em pegar um carro de R$ 30 mil 100% financiado e adiantar as prestações, pagando-o em poucos meses. O que mais me incomodou nessa ideia nem foi o fato de ter que pagar juros e sim a burocracia de ter que preencher formulários, tirar cópias de documentos, assinar papéis, esperar aprovação de banco (humilhante pra caralho, diga-se de passagem)...  Desisti e resolvi cometer o que muitos podem chamar de loucura: comprei um carro de R$ 12 mil e  quase 20 anos de idade!

Achar esse carro foi até fácil, um cliente que mexe com carros me apareceu com o dito na loja, dei uma volta e fechei negócio, paguei em cash. Pode parecer estranho (aliás, sou estranho mesmo), mas estou muito contente com esse carrinho, aliás, poucas vezes na vida fiquei tão contente por ter comprado alguma coisa. Pode ser pelo fato do carro ser um daqueles sonhos de menino, quando moleque eu adorava esse modelo e finalmente pude compra-lo; ou pode ser pelo fato de ter novamente pensado fora da caixa e ter ido contra a manada. Enfim, o fato é que tenho um carro barato, bom, potente, seguro, de manutenção fácil e principalmente (do ponto de vista financeiro): não pago seguro e o IPVA é uma merreca.

Levei meu carrinho no mecânico, dei uma geral, deixei pronto pra briga. Não faço ideia se terei um problema grave como uma transmissão estourada ou um motor fumando num futuro próximo, mas se isso acontecer me livro dele rapidinho, até lá terei um pouco mais de capital e poderei comprar um carro melhor. Carro é um mal necessário então acho interessante faze-lo custar o menos possível. Vamos ver se essa decisão foi acertada ou loucura mesmo...

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

O Cliente Sempre Tem Razão... SQN!

Vejam o vídeo ao lado. Um francês, dono de restaurante francês no Paraná dando pití por um comentário negativo sobre seu restaurante no Trip Advisor. Engraçado, sem dúvidas, mas é um caso interessante de se analisar: o cliente sempre tem razão?

Minha resposta é um sonoro NÃO! Não, o cliente nem sempre tem razão. Essa história que o cliente sempre tem razão é furada, se sua empresa entrar nessa com certeza estará fadada a quebrar. O cliente é seu patrão, você deve sempre trata-lo bem mas jamais concordar com ele sob quaisquer circunstâncias.

O principal diferencial das minhas lojas é o atendimento, prestamos um serviço muito bom, bem superior a média do mercado, temos respeito pelo consumidor, tratamos todas as pessoas que colocam os pés dentro das lojas com educação, cordialidade, sorriso no rosto e principalmente boa vontade. O foco é resolver o problema do cliente de maneira que ele saia satisfeito, com aquela mercadoria que ele foi comprar e melhor, com a mercadoria mais apropriada pra realidade e necessidade dele, num prazo rápido e descomplicado. Parece propaganda revolucionária, certo? Pode até ser, mas o que fazemos nas lojas é somente o mínimo que deveríamos fazer, mas vivemos num ambiente tão cretino que qualquer coisa um pouco superior a média baixíssima da qualidade de serviço já nos coloca degraus acima da concorrência e mesmo durante crises há gente disposta a pagar um pouquinho mais pra ser bem atendido.

Então sempre fazemos tudo o possível pra deixar o cliente satisfeito e ele voltar, mas infelizmente vivemos hoje numa época de muito direito e pouco dever. Muitos clientes são espertinhos, querem levar vantagem em cima de tudo e na loja não é diferente. É aquela história, você dá um braço o cara quer uma perna. Esse tipo de cliente engraçadinho quebra a cara em minhas lojas, não há espaço pra eles, não preciso deles. Um exemplo: cliente que quer precificar produtos: um determinado produto custa 6, o cliente quer pagar 3 dizendo que no concorrente X ele paga 3. Porém o preço de custo é 4, sabemos que isso é mentira. Eu até poderia fazer um desconto e vender o tal produto por sei lá, 4,50; mas não faço isso. Para esses o preço é 6, quer quer, não quer vá embora. Para esses há uma gama imensa de concorrentes que queimam mercadoria achando que essa é a melhor estratégia. Prefiro vender menos, com margem de lucro maior que no fim das contas deixa a mesma quantia no caixa com muito menos carga de trabalho.

Temos uma política de troca ao estilo americano: a ordem é trocar mercadorias sem "por quês", mas dentro da legislação e regras da empresa que estão extremamente explícitas. Se você compra um elefante na minha loja e quer trocar no dia seguinte por 1 camelo, ok, nós faremos a troca com um sorriso no rosto, devolveremos a diferença em dinheiro (todos sabem que um camelo é muito mais barato que um elefante) mesmo que a compra fora feita com cartão de crédito. Não ligo pra mixaria, não fico arrumando probleminha pra dificultar a vida do meu cliente. Não temos mínimo pra passar no cartão de crédito como a maioria das empresas inventa ter (sim, não existe bloqueio nos POS de cartão, isso é invenção da empresa pra forçar venda). Não ficamos com cara de bunda quando um cliente dá uma nota de 50 pra cobrar 1 (perguntamos educadamente se não tem mais trocado ou se tem algum valor pra facilitar), a obrigação de toda loja é ter troco. Tenho 10 mil reais empatado na forma de moedas e trocados e isso não é mais que obrigação.

Mesmo pensando em todos esses detalhes, sempre haverá gente insatisfeita. Fui acionado na justiça por não lançar uma venda de menos de 50 reais no CPF de um infeliz (nota fiscal paulista), num acordo extra judicial lancei mais de 500 reais no CPF do chorão pra compensar esse erro. O cara continuou com o processo, fui acionado novamente. Pra resumir a história meu advogado virou o negócio contra o infeliz, alegou que ele estava agindo de má fé e somente em busca de alguma indenização. Agora o processado é ele, semana que vem teremos uma audiência. O cara quis crescer subindo nas minhas costas se fodeu, ele é quem tem uma bucha pra resolver agora.

Entenda uma coisa, você jamais agradará todo mundo, você sempre pegará algum aproveitador pela frente, portanto é impossível se blindar contra esse tipo de problema. O que pode ser feito é tentar agradar a maioria, seguir pela média. O cliente tem razão até o ponto que começa a sua razão e jamis deve-se deixar o cliente passar por cima disso.

Não conheço o francês do vídeo, muito menos o restaurante dele (aliás, nem faço questão porque comida francesa é horrível, puta que pariu, pior que a mistureba nojenta francesa só os peixes crus dos japoneses (foi mal aí japonesada, mas sua comida é osso...), vou no Paris 6 só pelas sobremesas), acho que ele tem um ego inflado o que pode atrapalhar o julgamento sobre o negócio, porém, não podemos deixar de lembrar que opinião de Trip Advisor está longe de ser algo fiável. Sem dúvida ele é um excelente site de reviews, mas como tudo o que tem a mão do ser humano sem nenhuma forma de controle, é também um covil de gente chata e reclamona. Se o paraíso estivesse no Trip Advisor, com certeza teria gente reclamando que é um lugar chato e sem graça... Tem gente que disse aqui mesmo nesse blog que não viveria nos EUA porque não tem graça viver num bairro planejado, com asfalto perfeito e sem pessoas fazendo funk na rua... Depois dessa não duvido de mais nada.

O resumo do objetivo dessa postagem é: 1) se você tem uma empresa, seja legal com seus clientes mas jamais deixem-os montarem nas suas costas, se a coisa engrossar, deixe-os resolverem na justiça. 2) não seja um cliente idiota, comerciantes não são otários, não farão (ou pelo menos não deveriam fazer) tudo por um cliente. Tenha bom senso nas suas críticas e se tiver um elogio, não esqueça de faze-lo.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O Filhinho Petista

Bia achou esse texto flutuando no Facebook, não sou de compartilhar coisas assim mas achei tão genial que resolvi colocar aqui no blog, talvez você já tenha lido, mas de qualquer forma vale espalhar a ideia. Infelizmente essa é a mais pura verdade, a maioria da molecada revolucionária jamais trabalhou e esse é um dos motivo pelos quais defendo que todo moleque deveria começar a trabalhar no máximo aos 14 anos. É muito fácil ficar na aba do papai, vomitando ideias revolucionárias. Veja bem, as ideias socialistas são tão estúpidas que as pessoas deveriam se envergonhar de defende-las, não há o que justifique alguém ganhar sem trabalhar, não há o que justifique que aquele que mais trabalha, que enfrenta mais riscos, que mais coloca o seu na reta não possa ter lucro e enriquecer. Acha injusto seu patrão "ser rico", andar de Mercedes e morar no Pacaembu enquanto você recebe uma merreca pra dar duro na "firma"? Ok, é seu direito, mas se quiser mudar a realidade, faça o mesmo que ele. Ah, não nasceu em berço de ouro, não tem condições financeiras de começar uma empresa? Corra atrás daquilo que é possível perante sua realidade, há sempre chance de melhora na sua vida, mas é preciso se mexer. Infelizmente nem todo mundo nasceu bonito, com queixo quadrado e o bolso cheio. Contente-se com a sua realidade, mas corra atrás de coisas melhores dentro dela. Sempre haverá gente em situações muito piores e muito melhores. Se você não consegue ser um empresário fodão porque não teve dinheiro pra começar um negócio ou não teve sorte, beleza, mas sempre será possível obter algum nível de crescimento profissional e pessoal, ainda mais hoje em dia com internet. Não há o que justifique esperar as coisas caírem do céu ou a mamãe Dilma dar. Socialismo é coisa de preguiçoso e o sucesso nunca bate na porta dos preguiçosos.



Israel Carneiro with Paulo Ikeda
"O pai chega em casa vestido numa novíssima camisa do PT. Entra no quarto do filho e beija o retrato de Che Guevara na parede.
O rapaz espantado pergunta:
- Que é isso paí? Ficou maluco? Logo você que é o maior “coxinha”, “reaça” de primeira vestindo a camisa do PT?
- Que nada filho! Agora sou petista! Conversamos tanto sobre o Partido que você me convenceu! PT! PT! VIVA O PT! – grita o velho.
O rapaz, membro do DCE da universidade onde já faz um curso de quatro anos há oito anos e fiel colaborador da JPT não se aguenta de tanta alegria!
- Senta aí companheiro! Vamos conversar! O que foi que te levou a essa decisão?
O pai senta-se ao lado do filho e explica:
- Pois é… cansei de discutir contigo e passei a achar que você tem razão. Por falar nisso, lembra do Luís, aquele que te pediu dois mil reais da tua poupança emprestado para dar entrada numa moto?
- O que tem ele? Pergunta o filho…
- Pois é.. Liguei pra casa dele e perdoei a dívida. E fiz mais! Falei que ele não precisa se preocupar com as prestações, pois vou usar oitenta por cento da sua mesada para pagar o financiamento!
- Pai!!!!! Você ficou louco? Pirou?
- Filho, lembre-se que agora nós somos petistas! Perdoar dívidas e financiar o que não é nosso com o que não é nosso é a nossa especialidade! Temos que dar o exemplo! E tem mais! Agora 49% do seu carro eu passei para sua irmã. Vendi pra ela quase a metade do seu carro! Dessa forma você continua majoritário mas só podendo usá-lo em 51% do tempo!
- Mas o carro é meu, papai! Não podia fazer isso! Não pode vender o que é seu!
- Podia sim! Nossa Presidenta fez isso com a Petrobrás e você foi o primeiro a apoiar! Só estamos seguindo o caminho dela!
O garoto, incrédulo e desolado entra em desespero, mas o pai continua:
- Outra coisa! Doei seu computador, seu notebook e seu tablet para os carentes lá do morro. Agora eles vão poder se conectar!
- Pai! Que sacanagem é essa?
- Não é sacanagem não, filho! Nós petistas defendemos a doação do que não é nosso, lembra? Doamos aviões, helicópteros, tanques… O que é um computador, um tablet e um note diante disso?
Prestes a entrar em colapso, o garoto recebe a última notícia:
- Filho, lembra daquele assaltante que te ameaçou de morte, te espancou e roubou teu celular? Vou agora mesmo retirar a queixa e depois para a porta da penitenciária exigir a soltura dele, dizendo que ele é inocente!
- Pai… pelo amor de Deus… Você não pode fazer isso… O cara é perigoso!
- Perigoso nada! É direitos humanos que nós pregamos, filho! Somos petistas com muito orgulho!
- Mas o cara me espancou! Me roubou, pai!
- Alto lá! Não há provas disso! Isso é estado de exceção! O rapaz é inocente! Nós fizemos a mesma coisa com os companheiros acusados no mensalão!
- Mas ele estava armado quando a polícia chegou!
- E daí????? Ele estava armado mas quem prova que a arma era dele? A revista Veja? Isso é coisa de reaça, filho!
- Papai, você ficou doido!
E o pai finaliza:
- Fiquei doido? Na hora de defender bandido que roubou uma nação você é petista, mas se roubarem você, deixa de ser. Na hora de doar, perdoar dívidas e fazer financiamentos com o que é dos outros, você é petista. Mas se fizer o mesmo com você, deixa de ser. Na hora de dilapidar o patrimônio nacional, vendendo o que é mais precioso e não pertence ao PT e sim ao povo, você é petista, mas se vender metade do que é seu, você deixa de ser!
Dito isso, tirou o cinto de couro grosso e mandou a cinturada no moleque!
- TO-MA IS-SO SEU CRE-TI-NO PRA APRENDER A SER HOMEM E ASSUMIR SUAS IDÉIAS! VAGABUNDO ORDINÁRIO! SALAFRÁRIO! PEGA AS SUAS COISAS E SUMA DAQUI!
- Vou pra onde, papai? Perguntou chorando…
- FODA-SE! Agora você é um dos sem-teto que você defende, seu moleque cagão! E vai se consultar com médico cubano, porque eu cancelei teu plano de saúde!
Dois dias depois o moleque bateu na porta curado. Não era mais petista e não havia mais DCE ou JPT. E nem chamava o pai de “reaça”.
O milagre da educação aconteceu. O mal do petista é falta de cinturada no lombo!..

domingo, 16 de agosto de 2015

Haters e Projeto Novo

Após algumas semanas fora estou de volta. Como disse no último post estou me dedicando a um projeto novo e como tudo na minha vida é 8 ou 80, estou a "80" mergulhado nesse projeto que descreverei mais a baixo, mas antes gostaria de comentar algo que me incomodou nessas semanas que estive ausente.

Mesmo ausente da blogosfera procurei entrar com certa frequência no blog a fim de liberar os comentários, sei o quento é desagradável comentar num site e não ver o comentário publicado, por isso fiz questão de achar 2 minutinhos a cada 2 ou 3 dias na minha rotina de 16 horas de trabalho por dia pra liberar os comentários, peço desculpa por não ter conseguido responder a todos (aliás, acho que não respondi a ninguém...). É legal entrar no blog e ver comentários de pessoas incentivando, desejando sorte no novo projeto, pessoas curiosas sobre o que se trata, etc. Agora o que é desagradável demais é ver a quantidade enorme de comentários de haters, comentários estúpidos, agressivos, mal educados, fora de contexto, xingamentos, etc. Coisas totalmente desnecessárias e que prefiro achar que foram feitas por crianças de 11 anos que não tem mais o que fazer. É estranho como de tempos em tempos os haters aparecem todos de uma vez tentando poluir meu blog (não sei se isso acontece com os outros colegas blogueiros, por favor digam nos comentários). Esse tipo de coisa desanima, tento fazer um blog interessante, falar um pouco sobre empreendedorismo, um assunto tão mal discutido no Brasil; falar um pouco das minhas opiniões que vão contra o senso comum e assim estimular discussões saudáveis. Não sou dono da razão, meu conhecimento sobre finanças (assunto principal da blogosfera) é limitado, meu conhecimento sobre empreendedorismo é empírico e cheio de erros... preciso e quero aprender muito mais que ensinar! Agora essa gentalha que vem aqui só pra encher o saco não agrega em nada e só me faz perder tempo pra apagar comentários... Como sabem, não aceito provocação, não publico comentários ofensivos, esse blog não é democrático, não quero ibope, a mais de um ano minhas visualizações dificilmente saem de 1200 por dia, pra mim está de bom tamanho. Quero qualidade, não quantidade, não preciso de gente idiota frequentando minha página, prefiro deixar espaço para o pessoal de alto nível intelectual que contribui com discussões saudáveis.

Bom, deixando o xoxorô, vou falar do que interessa: meu novo projeto.

Quem acompanha o blog sabe que estou de saco cheio das minhas lojas que embora me proporcionem uma renda bacana, me trazem muita dor de cabeça, a maioria provocada por nosso querido governo intervencionista. Faz algum tempo que iniciei o que chamo de "operação sangue suga" que nada mais é que tirar o máximo de lucro possível das lojas e depois vende-las. Então dentro dessa realidade pode parecer contraditório mas,,, eu comprei outra loja! Sim, entrei de cabeça em outra loja, mesmo com essa avalanche de problemas que as outras lojas já estavam me dando, procurei sarna pra me coçar... Acontece que empreendedorismo é igual crack, uma vez que você prova e gosta, dificilmente vai largar. É tipo jogo, o cara é viciado em blackjack e não consegue parar de jogar, só que no meu caso a chance de retorno é muito maior.

No meio do mês passado fui procurado por um velho conhecido que estava com problemas pessoais e precisava de dinheiro rápido, decidira vender uma de suas lojas. A loja é pequena, não está quebrada, mas também não está no auge, há uma certa margem de melhora. Está bem cuidada, relativamente bem estocada, com uma equipe de funcionários razoável, ou seja, um negócio fácil de tocar, que não exige muito trabalho. Foi tudo muito rápido, negociamos como cavalheiros, acordamos tudo no bigode e em 2 dias eu já estava assumindo a loja (calma, a papelada já está feita, rsrs). Paguei a vista, usei a grana que estava aguardando na poupança e meu carro (estou sem carro pela primeira vez em 15 anos!), estou descapitalizado, mas é questão de poucos meses pra tudo voltar a normalidade.

O pulo do gato do negócio foi o valor da compra, deflacionado em torno de 30% sobre o valor a vista. Por exemplo: o valor do negócio no praxe seria 100 bananas (sendo 50 bananas de entrada e 10 prestações de 5 bananas), o valor a vista seria 80 bananas, mas acabei pagando em torno de 55 bananas. Já conhecia a loja, inclusive os números, então a avaliação foi muito tranquila, sem mistérios e pegadinhas, foi um negócio preto no branco, o vendedor sabia que precisava abrir as pernas pra vender rápido, eu tinha a grana, portanto foi tudo redondinho.

Os plano inicial pra essa loja é o seguinte: melhorar o faturamento em 30%, fazendo o valor venal subir para 150 bananas (no meu ramo quanto maior o faturamento, maior a precificação, além disso colocarei minha marca o que agregará ainda mais valor a loja), depois vende-la por 200 bananas num negócio fora do praxe, ou seja, sem entrada, parcelamento maior, um negócio de irmão. Já tenho um comprador em potencial. Se tudo correr como o planejado o negócio será concluído até o final do ano com os seguintes números:

Valor de compra da loja: 55 bananas
Valor investido na loja (estoque, pequena reforma): 5 bananas
Custo total: 60 bananas

Valor de venda da loja: 200 bananas
Lucro de 5 meses trabalhados: 50 bananas
Lucro bruto: 250 bananas

Lucro líquido: 190 bananas

Esse é o plano. Vai ser realizado? Não faço ideia... mas se for me trará uma boa rentabilidade a troco de uma boa dose de trabalho também. Vou manter a loja com o mínimo de funcionários possível, intercambiarei alguns com as outras lojas, abaixarei o custo operacional o máximo possível. Aqui é treidi mermão, vou treidar com essa loja e realizar um lucrinho maomeno!

NÃO RECOMENDO ESSE TIPO DE NEGÓCIO!!!!!!!! AS CHANCES DE QUEBRAR A CARA SÃO ENORMES, LEIA BEM ESSA PORRA!!!!! ISSO NÃO É NEGÓCIO PRA AMADOR, ISSO É NEGÓCIO PRA GENTE MALUCA COMO EU, PORTANTO NÃO TENTE ISSO EM CASA!!!!!

Estou cansadão, trabalhando pra caralho, agora são 3 lojas pra administrar sem contar que estou no operacional dessa loja nova (doravante chamada "loja pequena"), coloquei a Bia pra cuidar de algumas coisas, tenho treinado-a nas últimas semanas e esse é o motivo da ausência do blog. Espero que a partir dessa semana ela consiga assumir algumas funções e me desafogar. Vamos ver...

É aquilo que estou falando desde o começo do ano: enquanto uns reclamam da crise, outros ganham dinheiro com ela. Enquanto uns choramingam esperando mãe Dilma ajudar, outros trabalham e vão pra cima. Se você está insatisfeito sugiro uma coisa: saia dessa porra de Facebook, pare de se lamentar por estar no Bostil, pare de reclamar da esquerda... Pare de frescura, vire "homi" (como diria minha vó) e faça o que homens devem fazer: trabalhar, aproveitar oportunidades e vencer. O Brasil é e sempre será uma merda, todo mundo reclamando de 2015, mas nunca ganhei tanto dinheiro, nunca tive um ano tão bom na vida... Será que sou o único? Acho que não...

sábado, 1 de agosto de 2015

Resumo - Julho/2015

Primeiramente gostaria de me desculpar por não ter participado mais da discussão do meu último post sobre o Gap. Acontece que comecei a receber comentários que no meu ver não tinham nada a ver com a proposta do texto, reli o texto e conclui que fiz cagada, escrevi de uma maneira que realmente dá entender outra coisa. Resumindo o que realmente quis dizer: eu sinto falta do convívio com pessoas no trabalho. Agradeço as dezenas de dicas de como fazer amigos, mas o que realmente sinto falta é relacionado ao trabalho, de resto a vida social vai muito bem. Então acabei deixando pra lá os comentários. O segundo motivo é que estou numa fase agitada (mais a baixo).

Julho foi um mês extremamente tenso, muitos problemas de ordem burocrática nas lojas, muita incompetência pra um cara só consertar... Estou passando por uma fase hard core, não estou nenhum pouco contente com minha situação profissional afinal as lojas estão me dando muito trabalho, um trabalho que muitas vezes simplesmente não sei o que fazer. Como já disse antes, ESTOU empresário, não SOU empresário.

Se por um lado a situação me deprime, por outro serve de incentivo pra mudanças. Sou o cara das mudanças, não gosto de ficar preso a uma situação por muito tempo e jamais faço algo que não posso voltar atrás, essa é uma das razões que não tenho filhos nem tatuagens, por exemplo. Acho que ter uma rota de fuga em 100% das situações é importantíssimo e isso é o que procuro fazer no meu dia-a-dia. Os problemas me fazem pensar em soluções que nem sempre são tão claras, mas ao menos me obrigam a exercitar o cérebro e criar cenários que podem ser seguidos. Jamais fico esperando alguma coisa cair do céu ou me acomodo com algo que não está me deixando contente. Pode ser que essa característica me faça sofrer mais que o normal e também possa ter me colocado em situações não ideais, mas é a aquela velha história: melhor se arrepender por ter feito que por não ter tentado.

Essa é a lição que tiro de julho: não importa o problema, o que importa mesmo é a solução.

Estarei ausente nas próximas semanas, vou me dedicar a um "projeto" novo que na verdade já estou mergulhado de cabeça. Como sempre faço nessas ocasiões, farei jejum de internet e me dedicarei 100% a essa novidade. Estou contente por mais uma vez conseguir agir perante as coisas que não me fazem bem e buscar aquilo que tenho vontade e esse projeto faz parte disso. Novidades em breve.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Você tem um "Gap" na sua vida?

Não gosto de usar expressões estrangeiras porque sempre soa babaca, mas dessa vez não achei outra melhor. Gap quer dizer fenda, buraco, falha, lacuna, intervalo... Acho que já deu pra entender. Hoje quero falar rapidamente sobre o gap que tenho na vida.

Antes que o pessoal do mi mi mi que faz mi mi mi e diz que estou fazendo mi mi mi venha me encher o saco, peço encarecidamente que interprete o texto (ultimamente tá meio foda isso!). Não vou reclamar porque sou empresário, só vou relatar minha experiência.

A cerca de uma década me dedico em tempo integral ao empreendedorismo, tive 6 empresas nesse período. E é justamente nessa década e pouco que está meu gap, vou explicar. Um dos efeitos colaterais de você ter uma empresa é que você passa a ter funcionários e não mais colegas de trabalho. Mesmo que você trabalhe no dia-a-dia da sua empresa, seus funcionários jamais serão seus colegas. Você perceberá da noite pro dia que não existirá mais tiração de sarro, brincadeiras, desabafos, happy hours descontraídos... você sempre será respeitado, as pessoas não discordarão da sua opinião, sempre vão rir das suas piadas sem graça (já fiz o teste, é patético), sempre rolará uma puxação de saco... enfim, você nunca saberá qual é a real dos seus funcionários, sempre exestirá um muro invisível entre você e eles. Pelo mesmo essa foi a minha experiência nesses anos todos.

Pode reparar, de onde vem seus amigos ou ao menos conhecidos que possuem algo em comum? Escola e trabalho. Ponto. Se você não estuda nem trabalha, terá pouquíssima chance de socialização, o mesmo ocorre com o micro empresário, que tem na sua empresa 10, 15 funcionários que não são seus colegas, são 10, 15 chances de socialização desperdiçadas. Tenho uma ótima relação com meus funcionários, não posso reclamar quanto a isso, mas é fato que não é nada parecido em ter colegas de trabalho. Outro dia Bia estava comentando de uma colega dela da filial da outra cidade onde moramos em 2013, que essa pessoa vai ser casar e que nos convidou. Parei pra pensar quantos colegas eu fiz na última década. Resposta: uns 10... feitos na minha última aventura a 2 meses atrás quando administrei aquela rede de lojas. Foi a primeira vez em anos que senti o gostinho de um happy hour descontraído, de zoar com um cara por causa do seu time (isso porque detesto futebol, mas zoar o Coríntias que é a origem de 50% do mal brasileiro é irresistível). Infelizmente não posso ter isso com meus funcionários.

Sabe aquelas histórias do ricaço que se fantasia de pobre pra ir num buteco/puteiro/forró porque tem vontade de ser uma pessoa normal, desapercebida? Pois é, eu entendo 1000% o porque que esses caras fazem isso. Dentro da loja sou aquele cara que deve manter postura, não pode ter muitos sentimentos porque se xinga um funcionário pode ser acusado de assédio moral, se elogia a maquiagem da funcionária, pode ser acusado de assédio sexual...

Então, esse é o gap da minha vida, o gap de não ter amigos/colegas novos por 10 anos. Tenho poucas amizades e todas, 100% delas foram formadas antes da minha fase de empresário. Isso é algo chato, que me deixa triste... Confesso que sinto uma grande solidão e tristeza pensando nisso... No quanto tempo desperdicei, em quantas pessoas deixei de conhecer porque não me dei a chance. Além do mais conheci a Bia no meu ambiente de trabalho (não trabalhava comigo, mas foi nessa fase aberta a novas amizades que a conheci). Isso é sem dúvida uma coisa que vou trabalhar e tentar melhorar, ainda há tempo.

E você, tem algum Gap na vida?

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Minimalismo: Meu Maior Aliado

Sempre cito meu estilo de vida minimalista aqui no blog, na verdade até poderia criar um blog sobre minimalismo porque Bia e eu levamos isso muito a sério. Ter uma vida simples do ponto de vista de ter poucas coisas físicas nos fazem ter mais liberdade, viver mais soltos.

Se você procurar na internet sobre minimalismo vai achar de tudo, desde blogs femininos que ensinam meninas a ter menos vidros de esmaltes e sapatos até sites gringos com fotos de geeks que se orgulham de ter sua vida inteira dentro de uma mochila. Regras sobre o número de coisas que você deve ter estão espalhadas pela rede, tem os que juram que pra ser feliz de verdade você só pode ter 100 objetos. Como sou contra regras estúpidas e doutrinas costumo dizer que sou um "minimalista minimalista" ou seja, não controlo o número de coisas que tenho, a marca das coisas, o tamanho, nada disso... apenas tenho aquilo que realmente preciso e deu.

Existem muitas definições de minimalismo, a minha é o seguinte: você deve ter aqueles objetos que você realmente precisa, na quantidade necessária, sem duplicatas desnecessárias. Partindo dessa ideia você verá que não só é possível ter menos tralha como não faz o menor sentido em acumular coisas. Acredito que boa parte da minha geração (os 30tões) que cresceram numa família pobre ou classe média, aprendeu desde infância a velha máxima que "quem guarda o que não serve tem quando precisa". Comigo não foi diferente, cresci ouvindo isso dos meus pais que sempre guardaram de tudo, desde sacolas de supermercado a embalagem de pizza pra enxugar óleo de fritura. Naturalmente segui esse mesmo caminho no começo da fase adulta, até que tive que fazer a primeira mudança...

Ainda vou morar numa tiny house como essa...
Bia e eu estávamos morando juntos a aproximadamente dois anos num apartamento alugado quando compramos o nosso. Aquela mudança foi a pior de nossas vidas! A gente tinha tanta coisa que mal coube no apartamento novo que era menor. Isso era inacreditável porque estávamos juntos a tão pouco tempo e já havíamos juntado tanta porcaria! Tinha algo de errado naquela ideia de guardar tudo o que poderia ser útil no futuro... Pouco a poucos fomos destralhando, jogando coisas fora, vendendo outras...

Outras mudanças vieram e a cada vez tudo se tornava mais fácil: menos coisas pra encaixotar, menos coisas pra limpar. Até que mudamos para nosso apartamento atual, o menor de todos e também o mais aconchegante e simples de manter. Chegamos num ponto muito interessante do minimalismo, podemos dizer que temos somente aquilo que realmente precisamos e usamos e pouca coisa a mais.

Quer um exemplo? Cozinha. A cozinha das pessoas costuma ser a parte mais entulhada de porcaria da casa: potes plásticos, panelas específicas, aparelhos elétricos pouco úteis, pratos, garfos e copos variados... Nossa cozinha é funcional, temos:
  • 1 panela de pressão média e 2 outras panelas comuns menores
  • 2 copos de 400ml, 2 taças de vinho, 2 canecas de café
  • 4 pratos inquebráveis
  • uma dezena de potes de vidro/plástico
  • 2 conjuntos de talheres, faca de corte, faca de pão, um ou outro descascador de legumes e ralador
  • liquidificador e grill são os únicos elétricos
  • micro-ondas, geladeira pequena e cook top (não temos forno)
Talvez tenhamos alguma coisa a mais que isso, mas não muito mais. Isso é tudo o que precisamos, mesmo cozinhando bastante essa tralha supre nossa necessidade. Não recebemos pessoas em casa e quando fazemos pedimos para que tragam seus próprios talheres e pratos ou usamos descartáveis. Estranho? Foda-se, não tenho que agradar ninguém, além do mais os amigos e família sabem que somos um casal esquisito.

O mesmo pensamento serve para roupas. Homens no geral possuem menos roupa que mulher o que é verdade aqui em casa, mas mesmo assim Bia tem uma fração das roupas que suas colegas de trabalho tem. Ela tem 5 pares de calçado (eu tenho 4) e 2 bolsas. Procuramos comprar roupas boas e duráveis (nos EUA, claro) e substituímos as peças, não somente compramos novas. Todo ano rola uma baciada de coisas pra caridade.

Se por um lado o problema de toda mulher é onde guardar sapato, o dos homens é onde guardar tralha eletrônica. Também não sofro desse mal, tenho uma gaveta com eletrônicos. Não acumulo carregadores nem aparelhos usados parados, quando compro um novo, me desfaço do anterior. Simples, não? Tão simples que não acredito que as pessoas não façam isso.

Tudo o que pode ser digitalizado será digitalizado, não acumulo papel. Não temos porta-retratos, quadros, muito menos "objetos de decoração" que deveriam se chamar "acumuladores de poeira". Nada disso faz sentido numa vida racional, não há necessidade de ter souvenirs de viagem. O que vale são as lembranças e as fotos. Simplesmente não compramos souvenirs nem trazemos lembrancinhas de viagem para outras pessoas. As pessoas sabem do nosso estilo e fazem o mesmo, mas se trazem algo pra nós, aceitamos mas depois vai para o o lixo rapidamente. Presentes: tanto Bia quanto eu crescemos em famílias sem essa tradição de presentes, logo assimilamos isso de maneira muito natural em nossas vidas. Lembro-me que no começo de nosso namoro a gente trocava agrados nos aniversários e datas especiais, mas isso durou somente o primeiro ano. Hoje em dia simplesmente não nos preocupamos com isso... Coleções: grande parte dos homens adora uma coleção, é o desejo de infância que pode ser realizado quando adulto, também adoro itens colecionáveis, somente não os coleciono. Até colaboro com coleções alheias para ter o direito de aprecia-las de vez em quando, mas não quero nada comigo.

Veja que o pensamento minimalista transcende a forma física. Um exemplo: a partir da hora que você não dá nem recebe presente, você tem uma preocupação a menos, não precisa esquentar a cabeça em comprar algo legal, em agradar a pessoa que vai receber. Você abre mão do objeto mas também esvazia sua mente com aquilo. Se você não guarda aquele monte de fitas K7 que acumulou durante os anos 90, você não precisa se preocupar em ter espaço pra guarda-las ou carrega-las numa mudança, nem ter um aparelho pra toca-las e se achar o nostálgico... Uma coisa puxa a outra.

O minimalismo me fez perceber que experiências são mais importantes que coisas, esse é o motivo pelo qual aproveito experiências durante viagens ao invés de comprar coisas. Falando em viagens, acho patético pessoas que passam a viagem inteira enxergando as paisagens através da tela da câmera fotográfica/celular. As pessoas se preocupam em tirar mais fotos que curtir a viagem. Depois chegam em casa e socam todas aquelas fotos nos HDs do computador, nunca mais as olham... Tenho duas câmeras, uma fotográfica simples, daquelas pequenas e uma filmadora esportiva (da Sony, estilo GoPro). Sempre que volto de viagem procuro editar vídeos com os melhores momentos (edições simples, sem frescuras) incluindo fotos e guardo somente esses, o resto é deletado. A grande capacidade de armazenamento das mídias nos fazem ter a sensação de conseguir guardar o mundo em nossos HDs, o que não é verdade... Ando ensaiando a armazenagem na nuvem o que pode ser mais uma ferramenta nessa busca pelo minimalismo.

Poderia ficar o dia inteiro discorrendo sobre minimalismo, esse é um assunto que muito me interessa e que é um importante aliado na minha vida, me trazendo tranquilidade, mas existe tanta coisa a dizer que vou parar por aqui antes que esse post deixe de ser minimalista, rsrs! Se você curtir esse assunto e quiser saber detalhes de como mantenho alguma coisa dentro do minimalismo, pergunte aí nos comentários, terei prazer em ajudar.
Os comentários desse blog são moderados, ou seja, passam pelo meu controle antes de serem publicados. Esse é o motivo pelo qual seu comentário não aparecerá logo após você clicar em "Publicar", portanto não precisa postar 2 ou 3 vezes! Posso demorar, mas publicarei e responderei todos os comentários que não contenham trolagens, intrigas, propagandas e baixo nível.